Mylan lança Celecoxib, o primeiro Inibidor selectivo da Cox 2 genérico em Portugal

19/12/2014 - 09:41


A Mylan reforça o seu portefólio na área de analgésicos e anti-inflamatórios ao disponibilizar no mercado o Celecoxib, medicamento para administração oral, com uma actividade inibidora selectiva da ciclooxigenase-2 (COX-2).


Com a qualidade a que Mylan habituou o mercado, a companhia vai disponibilizar no mercado farmacêutico o Celecoxib Mylan em quatro apresentações: Celecoxib Mylan 100 mg com 20 cápsulas; Celecoxib Mylan 100 mg 60 cápsulas, Celecoxib Mylan 200 mg com 20 cápsulas e Celecoxib Mylan 200 mg com 60 cápsulas.

 

Com este lançamento, a Mylan aumenta o seu portefólio de substâncias activas em Portugal para 111 e continua a reforçar a sua presença no mercado farmacêutico nacional, tanto no retalho como hospitalar.

 

Para João Madeira, director-geral da Mylan Portugal, afirma que “o objectivo da Mylan é disponibilizar medicamentos de qualidade a um preço que as pessoas possam pagar, pelo que este lançamento significa aumentar o acesso de mais portugueses a este tipo de fármacos”.

 

A Mylan está em Portugal há mais de oito anos e é hoje reconhecida como líder global com enfoque nas necessidades locais e conta com mais de 40 profissionais no País.

 

A Mylan disponibiliza em Portugal medicamentos para as seguintes áreas terapêuticas: alergologia, antibioterapia, anti-inflamatória, cardiologia, dermatologia, diabetes / metabolismo, gastroenterologia, oftalmologia, osteoporose, psiquiatria/neurologia, urologia, disfunção erétil e anticoncecional.

 

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Identificados 53 fármacos podem servir para conter ébola

18/12/2014 - 09:33


Uma equipa internacional de cientistas identificou, de um universo de 2816 fármacos, 53 que poderão servir para travar a disseminação do vírus do ébola nas células, avança a agência Lusa, citada pelo Jornal de Notícias.

 

Apesar disso, e ainda que todos os fármacos identificados estejam já aprovados para uso em pacientes com outras patologias, são precisas mais investigações e testes em animais e humanos.

 

Esta é uma das principais conclusões de um estudo publicado na revista Emerging Microbes and Infections, do grupo editorial Nature, no qual participaram cientistas de centros dos EUA e Canadá.

 

Adolfo García-Sastre, da Escola Icahn de Medicina do Hospital Monte Sinai, em Nova Iorque, explicou à agência Efe que alguns dos medicamentos identificados encontram-se já no mercado, enquanto outros não, mas que todos foram aprovados para uso.

 

Para realizar a investigação, os cientistas geraram partículas virais não infeciosas que usam o mesmo mecanismo de entrada nas células que o Ébola.

 

"Uma das importantes razões que tivemos em conta para publicar este estudo antes de fazer experiências com animais prende-se com o facto de esperarmos que todos os laboratórios que têm capacidade para realizar experiências com o vírus infeccioso possam começar a fazer ensaios e encontrar um ou vários destes fármacos que funcionem bem", explicou García-Sastre.

 

"Apesar de [os fármacos] ainda terem de ser testados com vírus infecciosos, é quase seguro que a maioria inibe a entrada do Ébola nas células. Com isso, esperamos travar a infecção e, portanto, diminuir os sintomas graves da doença", detalhou o especialista, frisando, porém, que ainda é preciso demonstrar se tal é mesmo assim e estabelecer a dosagem do medicamento.

 

Os cientistas classificaram os 53 medicamentos em seis categorias.

 

Segundo os mais recentes dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgados na segunda-feira, foram detectados quase 18500 casos de ébola, 99% dos quais na Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri, registando-se 6900 mortos.

 

O actual surto de Ébola é o mais grave e prolongado desde que o vírus foi descoberto, em 1976.

 

A OMS decretou, a 8 de Agosto, o estado de emergência de saúde pública.

 

 

Fonte: Lusa/Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=4300419

Tratamentos experimentais para Ébola ainda num estado precoce de desenvolvimento

17/12/2014 - 09:08


A Agência Europeia do Medicamento (EMA) concluiu que é necessária mais informação para ter evidências sobre a segurança e a eficácia dos medicamentos em desenvolvimento para o tratamento da infecção por Ébola, conforme consta do relatório intermédio de avaliação na página da EMA.


O Comité de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da EMA iniciou a avaliação da informação disponível sobre estes tratamentos experimentais, para poder apoiar as várias autoridades de saúde na decisão sobre a utilização destes medicamentos.

 

A escala e a complexidade deste surto requer a cooperação entre as diversas entidades internacionais de saúde, por essa razão a EMA está a trabalhar em conjunto com as autoridades reguladoras de todo o mundo para apoiar a Organização Mundial de Saúde e aconselhar sobre as possibilidades existentes para o desenvolvimento, avaliação e aprovação de medicamentos para tratar esta doença.

 

Salienta-se que este relatório não inclui informação sobre as vacinas e tratamentos que não visam directamente o vírus Ébola.

 

Todas as informações novas serão adicionadas ao relatório, possibilitando uma visão global sobre os tratamentos para o Ébola.

 

 

Fonte: Infarmed
http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_ALERTAS/DETALHE_...

Prescrever antibióticos a mais não "é matéria disciplinar"

15/12/2014 - 09:16


A Ordem dos Médicos não encontra razões para actuar contra a prescrição inadequada, isto depois de um estudo em Maio da DECO sugerir que alguns médicos passavam antibiótico em situações em que provavelmente não se justificava, avança o Jornal de Notícias, citada pelo Notícias ao Minutos.


Um estudo da DECO, divulgado em Maio, sugeria que há um excesso de prescrição de antibióticos. Para a Ordem dos Médicos, no entanto, sete meses depois e “sem afastar a hipótese de exagero de prescrição, nada de anormal foi detectado”.

 

A resposta foi dada por escrito ao Jornal de Notícias, que contactou a Ordem dos Médicos com o intuito de saber se as conclusões da investigação da DECO estariam a ter seguimento na prática clínica diária.

 

O estudo em caso sugeria que 21 dos 50 médicos consultados pelos colaboradores da DECO receitavam antibiótico, receitava antibiótico em situações que envolviam uma simples dor de garganta, sem febre nem outros sintomas.

 

Em dois anos, o consumo de antibióticos nos hospitais baixou 8%, destaca ainda o Jornal de Notícias. O risco do excesso de prescrição passa pela possibilidade de tornar as bactéricas mais resistentes e difíceis de tratar. Algo que torna a toma do antibiótico menos eficaz.

 

 

Fonte: Jornal de Notícias/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/pais/320935/prescrever-antibioticos-a-ma...

KEYTRUDA® da MSD aprovado pela FDA como Terapêutica Inovadora

10/12/2014 - 09:08


A FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) atribuiu o segundo estatuto de Terapêutica Inovadora ao KEYTRUDA® (pembrolizumab), anticorpo anti PD-1 da MSD para o tratamento de doentes com carcinoma do pulmão de não pequenas células (CPNPC) sem mutações do Recetor do Fator de Crescimento Epidérmico (EGFR) e carcinoma da cinase do linfoma anaplásico (ALK) com progressão da doença durante ou após quimioterapia baseada em platina.


“O Estatuto de Terapêutica Inovadora atribuído pela FDA ao KEYTRUDA® realça a necessidade de novas abordagens para tratamento de cancro do pulmão de não-pequenas células avançado. Os dados da investigação da utilização de KEYTRUDA® nesta patologia de tratamento difícil são bastante encorajadores e ansiamos por trabalhar em colaboração estreita com a FDA para agilizar o nosso programa clínico.” refere Dr. Roger Perlmutter, Presidente dos Merck Research Laboratories da MSD.


O KEYTRUDA® está indicado nos EUA na dose de 2 mg/kg a cada três semanas para o tratamento de doentes com melanoma metastático ou irressecável e progressão da doença após ipilimumab e, no caso de mutação BRAF V600, um inibidor BRAF. Esta indicação foi aprovada através de processo acelerado com base na taxa e duração da resposta. A melhoria na sobrevivência ou sintomas relacionados com a doença ainda não foram estabelecidas. A aprovação continuada para esta indicação poderá estar dependente de confirmação e caracterização do benefício clínico nos ensaios de confirmação.

 

O Estatuto de Terapêutica Inovadora para CPNPC avançado é suportado pelos dados do ensaio de Fase 1b KEYNOTE-001 em curso, cujos resultados atualizados foram recentemente apresentados no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) de 2014. Este Estatuto pretende agilizar o desenvolvimento e avaliação de um fármaco candidato a utilização, em monoterapia ou associação, no tratamento de uma doença grave ou fatal, quando dados clínicos preliminares indicam que se pode demonstrar melhoria substancial em um ou mais parâmetros clínicos significativos comparativamente aos tratamentos existentes. KEYTRUDA® já tinha recebido o Estatuto de Terapêutica Inovadora para tratamento do melanoma avançado.

 

KEYTRUDA® está a ser estudado em mais de 30 tipos de cancros, em monoterapia e em associação. Para o cancro de pulmão avançado, a MSD está a realizar um programa clínico para avaliar KEYTRUDA® em monoterapia e em associação nas várias linhas de terapêutica e tipos de histologia, incluindo a avaliação de várias características de diferentes tumores, como a expressão PD-L1 como fatores preditivos de resposta. Estão em curso dois ensaios, de Fase 2 e 3 em cancro do pulmão avançado (KEYNOTE-010 e KEYNOTE-024) e planeado um ensaio clínico adicional de Fase 3, para início no último trimestre de 2014 (KEYNOTE-042).

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Medicamentos comparticipados? Só os mais baratos e eficazes

09/12/2014 - 09:07


O Governo entregou um projecto de decreto-lei aos parceiros para estabelecer novas regras para a comparticipação dos medicamentos. Para que o estado pague parte dos tratamentos, os medicamentos terão de ser 10% mais baratos e mais eficazes que outro medicamento, avança o Diário de Notícias, citado pelo Notícias ao Minuto.


A comparticipação dos medicamentos poderá vir a ter novas regras. De acordo com um projecto de decreto-lei apresentado pelo Governo, apenas os medicamentos que tragam vantagem económica sobre os anteriores ou que tenha uma redução do preço de 10% serão parcialmente pagos pelo Estado.

 

As novas regras são para aplicar não só nas farmácias, mas também na área hospitalar, sendo também necessário que seja comprovada a sua maior eficácia face a outros medicamentos.

 

Estas são as mudanças previstas no diploma que cria o Sistema Nacional de Avaliação de Tecnologias da Saúde e que decreta também o fim da comparticipação de fármacos que não tragam mais-valias para o doente.

 

Assim, a comparticipação de medicamentos (sem existência de substituto genérico) dependerá, caso o decreto vá para a frente, da entrega de informação que prove a inovação ou a equivalência face a outros remédios. Aqui terá de ser também provada a vantagem económica, ou seja, um preço 10% inferior.

 

Esta posição é criticada por Carlos Maurício Barbosa, bastonário da Ordem dos Farmacêuticos. “Havendo valor terapêutico, ainda que marginal, tem de ser valorizado pelas melhorias que traz, porque se pode com isso impedir a entrada de novos medicamentos. Tem de se distinguir inovação de novidade”. Barbosa propõe que a redução de preço se opere quando o medicamento novo não traga “valor terapêutico acrescentado”.

 

Fonte: Diário de Notícias/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/pais/316735/medicamentos-comparticipados...

Especialistas em saúde mental alertam para prescrição excessiva de ansiolíticos

05/12/2014 - 08:47


Especialistas em saúde mental alertaram esta quinta-feira para o excesso de prescrição e prescrição errada de psicofármacos, considerando que este é um problema preocupante que precisa de ser analisado, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


O alerta foi deixado durante a apresentação do relatório "Portugal - Saúde Mental em Números 2014", que revela que "a intervenção psicofarmacológica" é a "resposta predominante, mesmo nas situações em que não está particularmente indicada".

 

O psiquiatra Álvaro de Carvalho, coordenador do Programa Nacional para a Saúde Mental e responsável pelo relatório, manifestou-se "muito preocupado" com o facto de "pessoas com perturbações do humor consumirem mais benzodiazepinas [ansiolíticos] do que anti-depressivos", quando deveria ser ao contrário.

 

Dados de 2013 relativos ao consumo de psicofármacos revelam que entre os entrevistados com “qualquer perturbação de humor”, 50% das mulheres e 31,8% dos homens tomaram benzodiazepinas, enquanto apenas 38,2% de mulheres e 25,5% dos homens tomaram anti-depressivos.

 

O relatório indica ainda que o consumo de ansiolíticos desceu em 2011, mas depois voltou a subir.

 

“Portugal é o único país em que o consumo de benzodiazepinas continua elevado e a subir”, alertou Álvaro de Carvalho.

 

O director do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria, Daniel Sampaio, considerou também que o “dado mais preocupante é o uso de ansiolíticos em perturbações de humor”, já que estes são “fármacos geradores de dependência”.

 

“O consumo de psicofármacos tem que ser avaliado”, considerou.

 

Segundo o relatório, Portugal é um dos países europeus com maior consumo de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos, sendo o alprazolam e o lorazepam as duas substâncias que mais se destacam e que integram o subgrupo das benzodiazepinas com maior potencial de induzirem tolerância e dependência.

 

Estas substâncias têm registado acréscimos anuais de consumo, contrariando a tendência verificada no resto da União Europeia, pelo que o relatório recomenda uma “análise da prática sobre a prescrição e utilização destes fármacos”.

 

O secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde considerou, por sua vez, que “na área da prescrição de psicofármacos é preciso fazer mais e formar mais, porque algo está errado quando se prescrevem tantas benzodiazepinas”.

 

O governante considerou, contudo, que este é um problema alargado a outras áreas da saúde, já que também se prescrevem muitos antibióticos.

 

Álvaro de Carvalho chamou ainda a atenção para o “preocupante uso de estimulantes inespecíficos do sistema nervoso central em casos de pseudo-hiperatividade”.

 

O psiquiatra explicou, citando Allen Frances, responsável pela coordenação do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV), que as taxas de prevalência anual de síndromes de hiperactividade infantil (entidade formal distinta de comportamentos ocasionalmente instáveis) andam em valores médios mundiais de 2% a 3%.

 

No entanto, há estudos publicados na Holanda que apontam para taxas de 32% e outros, nos EUA, que entre os 11% e os 15%.

 

“Para além de pôr em causa a idoneidade destes valores, interroga-se sobre as consequências no funcionamento mental das crianças medicadas, precoce e continuadamente, com psicofármacos, quando chegarem a adultas”, refere Álvaro de Carvalho.

 

Álvaro Carvalho critica a existência de “crianças e adolescentes medicadas com metanfetaminas para supostas hiperactividades”, obtidas em “diagnósticos rápidos feitos por educadores, professores e pais” - quando “é natural que as crianças se mostrem instáveis em ambiente onde não se sentem bem” - contribuindo, muito provavelmente, para o significativo aumento de consumo do metilfenidato.

 

Sobre esta matéria, o relatório deixa no ar a questão: “será que esta fúria farmacoterapêutica está isenta de consequências no funcionamento mental futuro de quem é alvo passivo de decisões tão pouco prudentes?”.

 

Álvaro Carvalho considera que estas crianças e adolescentes têm um risco acrescido de desenvolver défices cognitivos ou doenças que possam aumentar a morbilidade e a mortalidade.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=749763

Estudo avalia o papel da aspirina na prevenção cardiovascular

02/12/2014 - 08:24


A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima uma mortalidade anual por doenças cardiovasculares, em todo o mundo, ao redor de 25 milhões de pessoas no ano de 2030. Desta forma, a prevenção das doenças cardiovasculares tornou-se uma importante prioridade de saúde pública. Um estudo japonês avaliou o efeito de doses baixas de AAS (ácido acetilsalicílico, comercialmente conhecido como aspirina, Somalgin, entre outros nomes) na prevenção primária de eventos cardiovasculares em idosos com factores de risco para aterosclerose, avança o Diário Digital.


Os pacientes do estudo eram do contexto de prevenção primária, ou seja, não tinham histórico de eventos cardiovasculares prévios como o infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou acidente vascular cerebral (derrame cerebral).

 

Cerca de 14 mil idosos (idade entre 60 e 85 anos) com pelo menos um factor de risco cardiovascular como hipertensão arterial, diabetes ou dislipidemias (anormalidades do colesterol) participaram desse estudo. Metade usou o AAS e a outra metade não.

 

O desfecho primário avaliado foi o combinado de eventos cardiovasculares: enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) ou morte cardiovascular. Os investigadores observaram que após cinco anos de acompanhamento, o desfecho primário foi semelhante entre nos dois grupos. Efeitos adversos gastrointestinais, incluindo desconforto abdominal, azia, úlcera, gastrite, esofagite e hemorragia digestiva, foram mais comuns no grupo de pacientes que utilizaram o AAS.

 

Os autores concluíram que o uso do AAS não associa se a uma redução de eventos cardiovasculares em idosos com factores de risco para aterosclerose e sem eventos cardiovasculares prévios num período de cinco anos de seguimento.

 

As recomendações actuais das directrizes médicas de não indicar rotineiramente o AAS na prevenção primária devem se manter com o resultado desse estudo japonês.

 

A utilidade do AAS na prevenção secundária, ou seja, em pacientes com histórico prévio de complicações cardiovasculares é indiscutível, por isso, a utilização dessa medicação nesses pacientes é fundamental na prevenção cardiovascular.

 

Fonte: Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=749024

FDA considera dupilumab da Sanofi e Regeneron "terapêutica revolucionária"

28/11/2014 - 09:07


A Sanofi e a Regeneron Pharmaceuticals, Inc. anunciaram que a FDA (U.S. Food and Drug Administration, entidade que regula os medicamentos nos EUA) conferiu a designação de Terapêutica Revolucionária ao dupilumab para o tratamento de adultos com dermatite atópica (DA) moderada a grave que não seja adequadamente controlada com terapêutica tópica de prescrição médica e/ou para aqueles em que estes tratamentos não sejam apropriados.


Dupilumab é uma terapêutica experimental que bloqueia a IL-4 e a IL-13, duas citocinas necessárias para a resposta imunitária Th2. Esta designação é baseada em resultados positivos previamente anunciados de ensaios clínicos de Fase 1 e 2.

 

“A dermatite atópica moderada a grave é uma doença debilitante e suscetível de alterar a vida, com muito poucas opções terapêuticas. Muitos doentes sofrem durante anos de inflamação generalizada da pele, prurido debilitante, perturbações do sono e outros desafios”, disse Julie Block, directora executiva, National Eczema Association (Associação Americana do Eczema). “Estamos encantados por ver que a FDA reconhece a necessidade de acelerar e priorizar novas potenciais opções para estes doentes”.

 

Está em curso um programa clínico de Fase 3 para o dupilumab em adultos com dermatite atópica moderada a grave. Para mais informações, consulte http://clinicaltrials.gov.

 

A designação “Terapêutica Revolucionária” foi criada pela FDA para acelerar o desenvolvimento e análise de medicamentos direccionados para condições graves e que apresentam risco para a vida.

 

Para se qualificar para esta designação, os medicamentos devem mostrar evidências credíveis de uma melhoria substancial de um parâmetro de avaliação clinicamente significativo relativamente às terapêuticas disponíveis ou relativamente ao placebo, se não existir terapêutica disponível. A designação inclui todas as funcionalidades do programa Fast Track, bem como orientação e discussão mais intensivas por parte da FDA. A designação “Terapêutica Revolucionária” é diferente tanto da aprovação acelerada como da revisão prioritária, que podem igualmente ser conferidas ao mesmo medicamento caso sejam cumpridos os critérios relevantes.

 

Leia o comunicado de imprensa na íntegra (em inglês) aqui.

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Cerca de 1,5 milhões de portugueses com mais de 60 anos vacinados contra a gripe

27/11/2014 - 08:16


Cerca de um milhão e meio de portugueses com mais de 60 anos já se vacinaram contra a gripe sazonal, segundo o relatório do Vacinómetro, que monitoriza em tempo real a taxa de cobertura da vacinação em grupos prioritários, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


Mais de 1,4 milhões de portugueses com 60 ou mais anos foram vacinados, dos quais 60,3% (1.225.661 idosos) tinham idade igual ou superior a 65 anos e 30,7% (198.654 idosos) tinham idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos, segundo os dados da segunda avaliação do vacinómetro para a época 2014-2015.

 

Entre os grupos considerados prioritários pela Direcção-Geral da Saúde, estima-se que se tenham vacinado 37% dos portadores de doenças crónicas e 50% dos profissionais de saúde com contacto directo com doentes.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=747937

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