Especialistas alertam que doentes com Hepatite C morrem por falta de medicamento

30/01/2015 - 09:25


O vice presidente da Sociedade de Gastrenterologia apelou esta quinta-feira a uma "agilização" nas negociações entre a tutela e a indústria farmacêutica em relação ao tratamento da hepatite C, referindo que "têm morrido doentes por não terem tido acesso ao medicamento", avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


José Cotter lembrou que este processo negocial se arrasta há muitos meses e que apesar de oficialmente o novo tratamento ser disponibilizado aos doentes portugueses considerados prioritários, a verdade é que, aparentemente, isso não está a acontecer em todos os casos.

 

José Cotter falava à Lusa a propósito de um encontro que se realiza sábado, em Guimarães, sobre "Hepatite C, Novas Realidades, Novos Horizontes".

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=757760

Infarmed retira do mercado 20 medicamentos genéricos

29/01/2015 - 09:24


O Infarmed decidiu esta quarta-feira retirar do mercado duas dezenas de medicamentos genéricos, seguindo as recomendações da Agência Europeia do Medicamento (EMA), devido a problemas detectados nos ensaios clínicos, anunciou esta quarta-feira a autoridade nacional do medicamento, avança o Diário Digital.


Recorde-se que, na sexta-feira passada, a Agência Europeia do Medicamento (EMA) recomendou a suspensão de centenas de genéricos, dos quais 64 comercializados em Portugal, mas o Infarmed ainda não tinha tomado nenhuma decisão, por considerar que "a análise de risco não evidenciou existir falta de segurança ou eficácia".

 

Em causa está uma inspecção realizada à GVK Biosciences, na Índia, que detectou irregularidades na forma como esta empresa conduzia os ensaios clínicos a vários medicamentos que circulam na União Europeia.

 

 

Fonte: Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=757531
 

Doentes com hepatite C avançam com acção em tribunal contra o Estado

27/01/2015 - 09:18


Um grupo de 13 doentes vai entrar uma providência cautelar para que o Ministério da Saúde seja obrigado a dar-lhes o medicamento de que necessitam, avança o Diário de Notícias. Até ao momento o Infarmed aprovou 93 pedidos de autorização especial.


Luís Figueiredo tem 47 anos, Paulo 45. Estão juntos na mesma luta: querem ter acesso ao tratamento que os pode curar da hepatite C. Doença que os afecta há anos e que lhes roubou a saúde, o trabalho e uma vida normal. Fazem parte de um grupo de 13 doentes que vai avançar com uma providência cautelar contra o Ministério da Saúde, no início de Fevereiro, para que este lhes dê o sofosbuvir, medicamento com taxas de cura a rondar os 90%. Ponderam avançar ainda com uma queixa crime por omissão de auxílio.

 

"A nossa perspectiva é que o Ministério da Saúde tem obrigação de cuidar dos doentes quando há medicação específica para fazer o tratamento", explica ao DN o advogado Ricardo Candeias.

 

O Infarmed adianta ao DN que já autorizou 93 pedidos de autorização especial (AUE) para o sofosbuvir.

 

 

Fonte: Ana Maia/Diário de Notícias
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4359953

Infarmed: inspecção a GVK Biosciences

26/01/2015 - 09:27


Na sequência de uma inspecção realizada pela agência francesa foram identificadas não conformidades regulamentares graves na GVK Biosciences.


A pedido da Comissão Europeia, o Comité de Medicamentos para Uso Humano (CHMP), da Agência Europeia do Medicamento (EMA) analisou os medicamentos estudados neste centro de ensaios.

 

Relativamente aos medicamentos que dispõem de dados suficientes de outras fontes que comprovam o cumprimento dos requisitos regulamentares, o CHMP recomendou a sua manutenção no mercado. Para os restantes medicamentos, incluindo os que têm alternativas terapêuticas, a análise de risco não evidenciou existir falta de segurança ou eficácia destes medicamentos, pelo que a decisão final sobre a manutenção no mercado será tomada pela Comissão Europeia, tendo em consideração a opinião do CHMP.

 

A EMA e o Infarmed continuarão a acompanhar e a divulgar todas as informações pertinentes relativas a esta matéria, nomeadamente a decisão vinculativa da Comissão Europeia, aplicável a todos os Estados Membros.

 

 

Fonte: Infarmed
http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_NOVIDADES/DETALH...

OFEV® da Boehringer Ingelheim aprovado na UE

23/01/2015 - 09:35


A Boehringer Ingelheim anuncia que a Comissão Europeia (CE) aprovou o seu medicamento OFEV® (nintedanib) para o tratamento da Fibrose Pulmonar Idiopática (FPI), na sequência de uma rápida avaliação e opinião positiva por parte do Comité Científico de Medicamento de Uso Humano da Agência Europeia de Medicamentos em 20 de Novembro de 2014.


A FPI é uma doença pulmonar debilitante e fatal – com uma sobrevida média de 2-3 anos após ter sido diagnosticada.

 

“Para os doentes, a aprovação na União Europeia deste tratamento, representa um passo significativo no sentido de satisfazer necessidades existentes até à data, na FPI. Os doentes que padecem desta doença, crónica e debilitante, podem agora contar com uma nova opção terapêutica a qual tem vindo a demonstrar um efeito clinicamente significativo sobre a sua doença,” afirma o Professor Klaus Dugi, Chief Medical Officer da Boehringer Ingelheim.

 

“Esta aprovação é mais um marco nos esforços contínuos da Boehringer Ingelheim no que diz respeito à inovação em doenças raras, em geral, bem como na nossa pesquisa contínua para o benefício dos doentes, nomeadamente para com aqueles abrangidos por uma doença tão terrível como a FPI".

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Infarmed: medicamentos mais baratos a partir de 2 de Março

21/01/2015 - 09:13


Os medicamentos vão estar mais baratos a partir de 2 de Março, altura em que terão de ter sido escoadas as embalagens com preços antigos, uma descida que resulta da revisão anual de preços, segundo o Infarmed, avança o Diário Digital, citando a agência Lusa.


De acordo com este organismo, que regula o sector do medicamento, os novos preços entraram em vigor no primeiro dia deste ano, mas é possível que existam no mercado embalagens com o preço antigo, pelo menos até 02 de Março.

 

A descida acontece porque os preços dos medicamentos mudaram nos países de referência para Portugal: Espanha, França e Eslovénia.

 

O Sistema de Preços de Referência (SPR) abrange os medicamentos comparticipados, prescritos no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que têm genéricos autorizados, comparticipados e comercializados.

 

Com esta descida, e segundo disse à Lusa o presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves, são esperadas poupanças de 15 milhões de euros para o Estado e de 7 milhões para os utentes.

 

De acordo com este organismo do Ministério da Saúde, as embalagens com preços antigos têm de ser escoados até final de Janeiro, no caso dos armazenistas, e até 01 de Março, no caso das farmácias.

 

 

Fonte: Diário Digital com Lusa
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=756417
 

Infarmed publica no site relatório anual Estatística do Medicamento 2013

20/01/2015 - 09:21


O Infarmed publicou no seu site o relatório anual, Estatística do Medicamento 2013


Trata-se do único trabalho em Portugal que, no âmbito do medicamento, reúne dados e indicadores sobre o mercado, comparticipações, distribuição, cobertura farmacêutica, dispensa no SNS, farmacovigilância e vigilância farmacêutica.


A relevância desta publicação prende-se com a possibilidade do INFARMED, I.P. transmitir aos seus parceiros nacionais e internacionais, nomeadamente à Europa, informação compilada sobre o mercado ambulatório de medicamentos em Portugal e sobre as actividades desenvolvidas nas áreas de competência de regulação.

 

O presente relatório estatístico tem vindo a ser compilado desde 1994, agregando, de forma integrada, diferentes tipos e fontes de informação, provenientes de outras instituições, devidamente validada e consolidada. Desta forma, pretende-se informar profissionais e instituições de saúde, indústria farmacêutica, doentes e cidadãos sobre a caracterização do setor farmacêutico em Portugal.

 

Ressalte-se ainda que, sendo uma publicação bilingue, apresenta-se como uma fonte de informação dirigida igualmente aos nossos parceiros internacionais, possibilitando maior conhecimento sobre a realidade nacional no contexto do sector do medicamento e actividade farmacêutica.

 

A estrutura da Estatística do Medicamento 2013 encontra-se dividida em cinco macro capítulos, permitindo uma visão alargada do mercado nacional em ambulatório, cujos subcapítulos possibilitam proporcionar informação com o detalhe necessário. 

 

 

 

Fonte: comunicado de imprensa 

Gilead oferece 100 tratamentos de medicamento inovador contra a Hepatite C

19/01/2015 - 08:53


O presidente do Infarmed revelou na passada sexta-feira que o laboratório que comercializa o medicamento inovador Sofosbuvir, contra a hepatite C, a Gilead, ofereceu cem tratamentos que deverão representar uma poupança de perto de um milhão de euros para o Estado, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


Eurico Castro Alves falava à Lusa à margem de um encontro de quadros do Ministério da Saúde, que decorre em Lisboa, durante o qual explicou que a oferta é uma boa notícia, mas que as negociações para se chegar a um "preço justo" continuam.

 

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, que preside a este encontro, disse à Lusa que já foram dados importantes passos nestas negociações com o laboratório Gilead, destacando a baixa de preços que o laboratório se mostrou disponível a fazer, mas que ainda "não é aceitável", e também a existência de fármacos concorrentes que poderão facilitar o acesso dos doentes aos tratamentos.

 

Sobre as negociações em curso, Paulo Macedo garantiu que não vão durar eternamente, referindo que quer este processo concluído antes do final do ano.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=755994

Portugueses estão a gastar mais dinheiro com medicamentos

09/01/2015 - 08:57


Os portugueses estão a comprar mais medicamentos e optam cada vez mais pelos genéricos, mais baratos do que os fármacos que lhes deram origem. Quase metade (46,3%) dos medicamentos vendidos em Portugal em Setembro passado já eram genéricos, um aumento de perto de 2% face ao mesmo mês de 2013, revelou esta quarta-feira a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), avança o jornal Público.


Mesmo assim, apesar da opção crescente por fármacos mais baratos, os gastos dos cidadãos nas farmácias acabaram por crescer entre Janeiro e Setembro de 2014. A explicação é simples. Nos primeiros nove meses de 2014, foram comercializadas mais 4,6% de unidades de medicamentos nas farmácias, o que implicou um acréscimo, ainda que menor, dos encargos para os utentes (mais 1,1%) e também para o Serviço Nacional de Saúde (SNS). No total, o Estado gastou perto de 857 milhões de euros e os cidadãos, 511 milhões de euros, indica o último balanço sobre consumo de medicamentos nas farmácias divulgado pelo Infarmed.

 

Quanto à quota de genéricos, apesar de esta não parar de crescer nos últimos anos, o Infarmed faz questão de notar que, no conjunto de medicamentos em que há substâncias activas com genéricos comercializados nas farmácias, a quota era em Setembro de 63,6%, o que significa que ainda é substancial o potencial de crescimento do consumo deste tipo de fármacos. O organismo volta a recordar, a propósito, que o preço médio dos genéricos desceu muito desde 2009: se nesse ano rondava os 16 euros, em Setembro passado custava 7,26 euros, em média.

 

Em unidades, entre Janeiro e Setembro, nas farmácias venderam-se mais antidepressivos (acréscimo de 8%), antiepilépticos e anticonvulsionantes (mais 7%) e antidislipidémicos (fármacos para o colesterol, um aumento de 5,3%), entre outros tipos de medicamentos, de acordo com a última monitorização do Infarmed.

 

Já nos hospitais públicos os gastos com medicamentos continuaram a diminuir ligeiramente até Outubro passado, para um total de 818,5 milhões de euros, um ligeiro decréscimo (menos 0,6%) face ao mesmo período de 2013. Na prática, gastaram-se menos 4,7 milhões de euros nos 46 hospitais do SNS com gestão pública considerados noutro relatório também divulgado pelo Infarmed, este relativo ao consumo em meio hospitalar.

 

Um decréscimo que “decorre, provavelmente, das medidas implementadas relativas à definição e revisão dos preços dos medicamentos hospitalares assim como do acordo estabelecido entre o Ministério da Saúde e a indústria farmacêutica”, justifica.

 

A maior parte da despesa com medicamentos nos hospitais é feita no ambulatório (consulta externa, hospital de dia e cirurgias que não implicam internamento), 631 milhões de euros, que correspondem a mais de três quartos dos gastos totais. “O elevado peso do ambulatório hospitalar deve-se, essencialmente, à despesa com medicamentos para a infecção com VIH, oncologia, artrite reumatóide” e outras patologias, refere.

 

Por grupos terapêuticos, os medicamentos usados sobretudo em oncologia (imunomoduladores) são os que implicam mais gastos nos hospitais públicos, seguidos pelos antivíricos. Enquanto no primeiro grupo terapêutico se observou um acréscimo dos encargos (mais 6,3%), sobretudo devido ao preço de alguns fármacos inovadores, no segundo grupo, que inclui os medicamentos para o VIH/sida, a despesa diminuiu, graças à redução do custo médio dos medicamentos desta área. Os medicamentos órfãos (para doenças raras) representaram de Janeiro a Outubro de 2014 um encargo de 67,3 milhões de euros, uma variação homóloga de mais 6,9%.

 

O Infarmed nota ainda que, neste período, os hospitais que mais contribuíram para o decréscimo na despesa foram o Centro Hospitalar de Lisboa Norte, o Centro Hospitalar de Lisboa Central e o Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

 

Fonte: Alexandra Campos/Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugueses-gastam-mais-dinheiro...

Viagra já tem 20 genéricos no mercado

08/01/2015 - 10:19


Vinte genéricos do medicamento mais famoso contra a disfunção eréctil estão no mercado desde que, há um ano, o Viagra perdeu a patente, tendo-se registado, desde então, um aumento significativo da venda deste fármaco, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


De acordo com o organismo que regula o sector do medicamento em Portugal, existem neste momento 51 medicamentos genéricos com Autorização de Introdução no Mercado (AIM) contendo a substância activa Sildenafil, mas nem todos estão à venda.

 

Destes 51 medicamentos, iniciaram comercialização 20 genéricos do Sildenafil, a substância activa do Viagra, que perdeu a patente no dia 14 de Janeiro do ano passado.

 

Após esta perda de patente, a venda do Sildenafil aumentou significativamente: 115.430 embalagens vendidas em 2013 e 210.549 nos primeiros três trimestres deste ano.

 

Em termos de valor, os portugueses deixaram nas farmácias 4.890.743 euros em 2013 e 5.334.325 entre Janeiro e Setembro de 2014.

 

O Viagra começou a ser vendido em Portugal em 1998 e, desde então, tem sido um dos mais “copiados” em todo o mundo.

 

A venda ilegal deste fármaco, ou de outros que se fazem passar por este, tem preocupado as autoridades.

 

Segundo o Infarmed, graças à colaboração diária entre este organismo do Ministério da Saúde, a Autoridade Tributária e Aduaneira e os serviços de alfândegas têm sido apreendidos, para distribuição, medicamentos importados directamente de países terceiros.

 

Em 2014, foram detectadas e apreendidas para destruição (nas alfândegas e no seguimento de parecer do Infarmed) 15.232 unidades de medicamentos contendo na sua composição a substância activa Sildenafil.

 

Entre estes encontram-se produtos que “recorrem a 'alcunhas' como 'o comprimido azul', Nizagara, Kamagra, Vigour, entre outros, e também medicamentos 'que se fazem passar por Viagra', ou seja, suspeitos de falsificação”.

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=754551

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