Ministério da Saúde confirma que preço bloqueia medicamento para hepatite C

21/11/2014 - 08:57


O Ministério da Saúde não adianta em que fase estão as negociações com o laboratório que produz o medicamento inovador para tratar os doentes com hepatite C, mas sublinha que é tão caro que seria incomportável comprar o remédio para todos, avança a Antena 1.


Os esclarecimentos do Ministério da Saúde foram feitos à Antena 1 por causa do reduzido acesso dos doentes com hepatite C ao medicamento inovador para a doença.

 

A tutela confirma que é por causa do preço que só autoriza a compra em casos excepcionais, ou seja, para os doentes mais graves.

 

Inicialmente, os laboratórios pediam cerca de 50.000 euros pelo medicamento, mas o Ministério da Saúde não adianta como estão as negociações.

 

 

Fonte: Antena 1
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=783687&tm=2&layout=121&visu...

Quase 50 doentes prioritários já receberam o novo medicamento para a hepatite C

20/11/2014 - 09:35


Desde Setembro já foram autorizados 49 pedidos para tratar doentes com hepatite C em risco de evoluírem para uma situação mais grave, como cirrose ou cancro do fígado, com o fármaco inovador do laboratório norte-americano Gilead Sciences, autorizado em Janeiro pela Agência Europeia do Medicamento, confirmou ao jornal Público a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed). Nesse mês, o Infarmed definiu uma solução transitória para tratar com o Sofosbuvir, até Dezembro, os 100 a 150 portugueses que se prevê que durante o próximo ano possam estar em risco de vida na sequência do agravamento da infecção pelo vírus. Em 2015 a ideia é chegar a mais de 1000 pessoas.

 

O plano destina-se apenas aos casos mais urgentes, enquanto o regulador do medicamento negoceia com a indústria farmacêutica um preço que o Serviço Nacional de Saúde consiga pagar. Doentes com cirrose hepática e com as funções do fígado muito descompensadas foram os que um conjunto de peritos definiu como sendo prioritários. Ao todo, de acordo com os dados do Infarmed, há mais de 13 mil doentes com hepatite C registados nos hospitais e que serão divididos em grupos, consoante a fase da doença e o tipo de tratamento de que precisam.

 

A ideia é que os doentes que nunca tomaram qualquer medicamento comecem por receber os que estão no mercado há mais tempo, visto que nem todos necessitam do mais inovador. Por outro lado, as pessoas que forem submetidas sem sucesso às soluções mais antigas vão poder ter acesso ao fármaco inovador. Questionado pelo PÚBLICO, o Infarmed, através de uma resposta escrita, adiantou que, além dos 49 casos que receberam luz-verde, há ainda 32 que estão em processo de avaliação para poderem ter acesso ao fármaco. Houve ainda quatro que foram indeferidos no âmbito das chamadas autorizações excepcionais solicitadas pelos hospitais enquanto o medicamento não é aprovado para todos os doentes que reúnam os critérios necessários.

 

Para introduzir objectividade na selecção dos doentes, a Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica do Infarmed reuniu-se no final de Agosto para elaborar um documento com as regras que devem estar na base das autorizações de utilização excepcional do fármaco. No documento, os peritos reconheciam os grandes benefícios do medicamento. Mas, ao mesmo tempo, admitiam que o custo elevado “impõe a necessidade de uma avaliação fármaco-económica do seu impacto clínico no âmbito do SNS”.

 

No dia 5 de Novembro houve, também, uma reunião com 54 especialistas portugueses (directores clínicos, médicos gastrenterologistas e hepatologistas) para afinar os critérios de eleição para o tratamento nesta fase transitória e que geraram consenso, diz o Infarmed. Através dos critérios definitos, a autoridade garante que “todos os doentes terão acesso equitativo ao tratamento”. A escolha é feita com recurso a elementos clínicos que dão origem a um valor que prevê o risco do doente em termos de mortalidade e de progressão da doença.

 

Sobre o processo de negociações com o laboratório do sentido de baixar o preço por tratamento, na ordem dos 48 mil euros e considerado “incomportável” pelo Infarmed e pelo Ministério da Saúde, o regulador respondeu que “está a concretizar todas as diligências para garantir o tratamento efectivo da doença e que nenhum doente fique por tratar de forma adequada, insistindo nas negociações com a indústria farmacêutica, que continua a propor valores inaceitáveis e insustentáveis para o Serviço Nacional de Saúde”. Mas não refere o valor pago pelos quase 50 tratamentos.

 

O Público questionou a Gilead para perceber como estão a decorrer o protocolo e as negociações com o Infarmed, qual é de facto o preço praticado neste momento, uma vez que há informações de que já baixou, e quantos portugueses já fizeram o tratamento em regime privado, isto é, pagando do seu bolso o fármaco na totalidade, mas não obteve resposta.

 

Fonte: Romana Borja-Santos/Público
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/quase-50-doentes-considerados-pr...

Saúde poupou quase 400 mil euros com leilão de medicamentos

17/11/2014 - 08:42


O primeiro grande leilão de medicamentos garantiu 382 mil euros de poupança aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), avança o Diário Económico. É este o balanço após 18 horas de negociação entre os 42 hospitais e as 29 farmacêuticas que licitaram os preços de um lote de 34 medicamentos. O leilão foi realizado pela Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) e foi o primeiro desta dimensão.


O objectivo era reduzir uma factura actual de 80 milhões de euros – que os hospitais gastam com estes remédios – e a expectativa era conseguir uma redução entre os 5% e os 10%.


O valor ficou aquém: a factura só desceu 382 mil euros, mas Artur Trindade Mimoso, administrador da SPMS prefere sublinhar a adesão dos hospitais e dos laboratórios à iniciativa: de um total de 52 instituições do SNS, participaram 42 dado que as restantes já tinham aberto os concursos para 2015.

 

“Este foi o pontapé de saída” para outras iniciativas semelhantes ”, diz Artur Mimoso, lembrando que “em Saúde todos os euros contam”.

 

 

Fonte: Diário Económico
http://economico.sapo.pt/noticias/saude-poupou-quase-400-mil-euros-com-l...

IMS Health lança Diabetes Mellitus Overview 2014

14/11/2014 - 09:18


A IMS Health acaba de divulgar o white paper "Diabetes Mellitus Overview 2014", que faz o balanço da doença e revela a evolução do mercado dos medicamentos para a Diabetes Mellitus a nível Internacional e na Europa, e também especificamente em Portugal.


Estima-se que em 2004 que 3,4 milhões de pessoas perderam a vida na sequência de situações em que os níveis de glicose no sangue se elevaram rapidamente. Mais de 80% das mortes derivadas de Diabetes Mellitus (DM) ocorrem em países com baixos níveis de rendimento.


A DM é a pandemia do século XXI. Actualmente existem 382 milhões de pessoas a viver com Diabetes, o que corresponde a 8,3% da população mundial, para além de 316 milhões de pessoas com baixa tolerância à glicose e, portanto, com elevado risco de desenvolver a doença. Estes são números alarmantes e, a atingirem-se as previsões, em 2035 estaremos perante 592 milhões de diabéticos, o que representa um aumento de 55% da população atingida pela doença.

 

Aceda ao IMS Health Diabetes Mellitus Overview 2014 aqui. No fundo da página, encontro o documento na secção White Papers.


Operando em mais de 100 países, a IMS Health é fornecedora e líder mundial de soluções aplicadas às indústrias farmacêuticas e de saúde. Com mais de 50 anos de experiência na indústria, a IMS oferece um portfolio amplo e profundo de serviços de Business Intelligence e Consulting Solutions essenciais para o dia-a-dia das operações, capacidades de gestão de contas e eficácia comercial. As soluções apresentadas pela IMS Health permitem obter insights sobre o sector da saúde e melhoram a eficiência na tomada de decisão.


Informações adicionais estão disponíveis aqui

Infarmed organiza Conferências Nacionais para projecto europeu FAKESHARE

13/11/2014 - 09:01


Integrando, desde Julho de 2013, o projecto Europeu de cooperação e informação - Fakeshare, o Infarmed participa nas respetivas acções de divulgação, no âmbito da organização de conferências nacionais, a realizar nos diversos países participantes.


O Fakeshare tem como principal objectivo a protecção da saúde dos cidadãos contra os riscos associados à comercialização ilegal de medicamentos na Internet.


Através da implementação de um sistema Web, partilhado entre os diferentes Estados Membros, para as Autoridades Europeias (Autoridades Regulamentares, Forças Policiais e Alfândegas), e outras entidades (indústria, universidades), pretende-se assegurar a investigação e gestão de informação sobre as farmácias online ilegais, como potenciais portas para a entrada de medicamentos falsificados no mercado da UE.

 

Nas instalações do Infarmed, em Lisboa, irão decorrer duas conferências nacionais para divulgação deste projecto, abertas unicamente a entidades convidadas.

 

A primeira, que se realiza já no próximo dia 14 de Novembro, sob o tema “National Conference / Consumers and Private Stakeholders”, é destinada a consumidores e parceiros.

 

A conferência destinada a autoridades e forças policiais – a “National Conference / Police Forces and Enforcement Authorities”, terá lugar em 16 de janeiro de 2015.

 

A partilha das principais ferramentas da plataforma electrónica Fakeshare, como meio de cooperação nas actividades de investigação entre as diversas entidades envolvidas, é o seu primordial objectivo.

 

Assim, será dado a conhecer o contexto que envolve o lançamento desta plataforma na coordenação e optimização das actividades desenvolvidas individualmente pelos Estados Membros da EU, no âmbito do combate à contrafacção, garantindo uma gestão partilhada das actividades de monitorização das farmácias online, através dos sistemas de Tecnologia de Informação.

 

Fonte: comunicado de imprensa

Novo medicamento para a Esclerose Múltipla pode estar à venda no fim do mês

11/11/2014 - 08:34


A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) denunciou na passada sexta-feira que os doentes de esclerose múltipla estão sem acesso a um medicamento inovador aprovado em Agosto pelo Infarmed, porque a Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica não o incluiu na listagem dos medicamentos que podem ser fornecidos, avança a agência Lusa, citada pela TSF.


Contactada pela Lusa, fonte oficial do Infarmed esclareceu que o medicamento Fampyra® (Fampiridina) "está neste momento em avaliação pelo grupo de peritos em Esclerose Múltipla da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT), com vista à eventual inclusão deste medicamento no respetivo módulo do Formulário Nacional do Medicamento (FNM)".

 

E acrescentou que espera que a situação "se encontre finalizada até ao final do mês de Novembro de 2014".

 

O Infarmed refuta entretanto queixas de doentes sobre a ausência do medicamento, porque há sempre a possibilidade de se fazer um pedido individual, que é avaliado pela CNFT até à decisão sobre a eventual inclusão do medicamento no FNM.

 

A SPEM considerou a situação paradoxal em relação ao medicamento em causa, visto que quando é aprovada a sua utilização deixa de estar disponível para os doentes.

 

 

Fonte: Lusa/TSF
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=422672...

EMA conclui revisão de segurança dos medicamentos contendo ivabradina

10/11/2014 - 09:16


O Comité de Avaliação do Risco em Farmacovigilância (PRAC) da Agência Europeia do Medicamento (EMA) concluiu a revisão de segurança dos medicamentos contendo ivabradina (Corlentor® e Procoralan®) e fez recomendações para reduzir o risco de problemas cardíacos associados à toma destes medicamentos.


Os medicamentos contendo ivabradina são utilizados em adultos no tratamento sintomático da angina de peito crónica estável com doença arterial coronária com ritmo sinusal normal e no tratamento da insuficiência cardíaca crónica.

 

Em Portugal, apenas é comercializado o medicamento Procoralan®.

 

Esta revisão surgiu, conforme divulgado na Circular Informativa n.º 117/CD/8.1.7., de 09/05/2014, na sequência da publicação dos resultados preliminares do estudo SIGNIFY, destinado a avaliar se o tratamento com ivabradina em doentes com doença coronária reduz a taxa de eventos cardiovasculares quando comparado com placebo. 


O estudo mostrou que, num subgrupo de doentes com angina sintomática, houve um pequeno, mas significativo aumento do risco combinado de morte cardiovascular ou ataque cardíaco não fatal, com ivabradina em comparação com placebo (3,4% vs 2,9% nas taxas de incidência anuais). Os dados também indicam um maior risco de bradicardia com ivabradina em comparação com o placebo (17,9% vs 2,1%).


O PRAC avaliou outros dados disponíveis sobre a segurança e eficácia da ivabradina que revelaram que o risco de fibrilhação auricular é maior em doentes tratados com estes medicamentos quando comparados com os controlos (4,86% vs 4,08%).

 

O PRAC verificou que os doentes do estudo SIGNIFY iniciaram a terapêutica com uma dose de ivabradina de 10 mg duas vezes por dia, a qual é superior à dose máxima atualmente autorizada (7.5 mg duas vezes por dia). Esta dose mais elevada não foi, no entanto, suficiente para justificar os novos dados.

 

Face ao exposto, o PRAC recomenda o seguinte:
- A monitorização da frequência cardíaca em repouso antes do início do tratamento e aquando do ajuste da dose;
- A ivabradina só deve ser utilizada em doentes com angina de peito para alívio dos sintomas;
- No tratamento da angina de peito, a dose inicial não deve exceder os 5 mg duas vezes por dia e a dose máxima não deve ser superior a 7.5 mg duas vezes por dia.

 

As recomendações do PRAC serão remetidas ao Comité dos Medicamentos de Uso Humano (CHMP) que emitirá uma posição.

 

 

Fonte: Infarmed
http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_ALERTAS/DETALHE_...

Portugal no 9.º lugar dos países europeus com maior consumo de antibióticos

07/11/2014 - 09:22


Portugal ocupa o 9.º lugar na tabela de 30 países europeus com maior consumo de antibióticos, mas registou nos últimos dois anos uma redução a nível do consumo hospitalar destes fármacos, segundo um relatório que é apresentado esta sexta-feira, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.


O relatório Portugal - Prevenção e Controlo de Infecções e de Resistência aos Antimicrobianos em Números 2014 refere que "Portugal apresenta das mais elevadas taxas de resistência antimicrobiana" em relação a algumas bactérias, mas aponta para uma descida do consumo de fármacos, sobretudo em meio hospitalar.

 

Aliás, em relação aos antibióticos de uma bactéria específica, e que é das mais comuns nas unidades de saúde - estafilococo áureo -, houve mesmo uma redução de 15% na taxa de resistência entre 2012 e 2014.

 

 

Fonte: Lusa/Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=742940

Existem actualmente mais de 200 medicamentos prejudiciais à audição

06/11/2014 - 11:45


Existem actualmente mais de 200 medicamentos prejudiciais à audição disponíveis no mercado e que podem ser adquiridos com ou sem prescrição médica, segundo a American Speech-Language-Hearing Association (ASHA). Destes, os antibióticos são dos fármacos mais comuns e dos que apresentam consequências mais prejudiciais para a saúde auditiva, avança o Diário Digital.


Os antibióticos que prejudicam a audição, conhecidos como ototóxicos, não são indicados a mulheres grávidas, idosos ou portadores de perda auditiva prévia - a menos que não existam outros fármacos disponíveis.

 

Os efeitos destes medicamentos variam de pessoa para pessoa, e é possível evitar a perda auditiva se a concentração do fármaco no sangue se mantiver dentro do limite recomendado, sendo importante controlar o estado da audição antes e durante o tratamento.

 

O primeiro sinal de lesão é a incapacidade de percepção de frequências altas, podendo ainda surgir zumbidos de alta frequência ou vertigem. Como ototóxicos entendem-se medicamentos e suplementos que podem prejudicar a audição pois, embora sejam eficazes para tratar algumas complicações específicas, podem danificar o ouvido interno e comprometer a função auditiva.

 

"O Dia Europeu dos Antibióticos tem como intuito promover o uso racional dos antibióticos, a fim de manter a sua eficácia e prevenir o aparecimento de microrganismos resistentes, mas é igualmente importante sublinhar o perigo da auto-medicação e do uso indiscriminado de medicamentos sem prescrição médica, devido às possíveis complicações do seu uso, sem orientação e acompanhamento especializado, onde se inclui o agravamento de problemas auditivos. O nosso sistema auditivo é muito frágil e está permanentemente sobre agressões. É, por isso, importante alertar que a medicação que consideramos mais "inofensiva", como é o caso dos antibióticos, tem um forte impacto negativo na audição dos adultos e é, por isso, essencial alertar e criar formas de protecção da nossa audição", refere Pedro Paiva, audiologista da MiniSom.

 

Além de antibióticos, também fármacos como anti-inflamatórios e salicilatos, diuréticos ou até medicamentos para tratar doenças como cancro, ou problemas cardíacos podem ser extremamente prejudiciais para a saúde auditiva. A perda auditiva é um problema de saúde pública que afecta cerca de 600 milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, cerca de um milhão sofre de perda auditiva, a grande maioria sem estar diagnosticada e em tratamento, factor altamente condicionante da qualidade de vida.

 

Fonte: Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=742236
 

Estudo: cuidado com os medicamentos tomados fora de horas

29/10/2014 - 08:34


Os horários são para se cumprir. De certo que a regra não lhe é desconhecida e se estivermos a falar de medicação deve mesmo levá-la à letra. Isto porque cientistas comprovaram, pela primeira vez, que um medicamento tomado na hora errada pode deitar por terra todo o seu efeito, revela o The Independent, citado pelo Notícias ao Minuto.


A prescrição médica de um medicamento tem um horário associado para a sua toma, que nem sempre é respeitado na íntegra. Isto porque descobriu-se agora que a eficiência de um medicamento pode ser muito mais eficiente consoante a hora a que for tomado. Além disso não convém saltar o horário do mesmo, sob o risco de este perder a sua força.

 

O corpo possui um relógio biológico de 24 horas e cada órgão funciona de forma diferente, dependendo das horas, explica o The Independent. A conclusão é de um grupo de cientistas, que aconselha também a que se tenha em atenção a finalidade do medicamento antes de definir as horas a que vai tomá-lo.

 

Os investigadores realizaram um mapa da actividade dos vários órgãos do corpo humano e registaram a sua actividade diária, concluindo que há órgãos que trabalham melhor à noite e outros durante o período diurno.

 

O fígado, por exemplo, é aquele que está mais activo ao longo das 24 horas, sendo porém mais activo no período da noite, um pouco antes da meia-noite, enquanto os genes das glândulas suprarrenais funcionam melhor pela manhã, um pouco depois da 6h.

 

No estudo publicado no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas revelam, também, que depois de entrarem no organismo os medicamentos têm uma vida relativamente curta, o que significa que deve cumprir-se minuciosamente o horário em que devem ser tomados, para não se correr o risco de perderem o seu efeito.

 

 

Fonte: The Independent/Notícias ao Minuto
http://www.noticiasaominuto.com/mundo/297474/cuidado-com-os-medicamentos...

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